quinta-feira, 22 de março de 2012

Práticas - Asfixia erótica

Asfixia erótica 

 

O que é Asfixia Erótica

É considerada Asfixia Erótica quando o indivíduo interrompe  intencionalmente o fluxo de oxigênio para o cérebro com a intenção de  excitação sexual. Seja por estrangulamento, garroteamento, afogamento, tanto faz. A prática também é Asfixiofilia. Trata-se de uma parafilia que devido ao seu risco letal é considerada uma prática de risco. Principalmente o caso da asfixia autoerótica, pois o risco de apagar e não ter ninguém que possa ajudar a reanimar é grande, pode ser mortal.

O risco é  muito questionado pelos fetichistas apreciadores, pois mistura-se ao prazer. Como se um não existisse sem o outro. Quem sabe o risco  é um fator potencializador do tesão? Se por um lado, o tempo que ficou “apagado”, sem oxigenação, pode (eu disse “pode” não disse “vai”) causar danos reais com risco até de morte, por outro lado  é fato que a falta de oxigenação dá um certo “barato” e a sensação de “volta” é também um grande prazer, segundo os amantes da prática.

Tipos de Asfixia Erótica

Autoasfixia – independente da variação, é quando a própria pessoa aplica em si o ato.

Afogamento – mergulhar a cabeça na água

Estrangulamento – mãos ou braços estrangulando o pescoço

Hand Smothering – mãos tampando boca e nariz

Breast Smothering – asfixiar com os seios

Máscara de Gás – uso de máscaras para conter a passagem de oxigênio

Face Sitting – asfixiar sentando na face

Garroteamento – uso de cordas, lenços e outros em volta do pescoço para asfixiar

Sacos Plásticos – uso de saco ou filme plástico na cabeça para conter a passagem de oxigênio

Trampling – asfixiar pisoteando, seja pela compressão no torax ou  pés no pescoço.

Cuidados e Riscos

Ter consciência que há risco de morte. É claro que atravessar a rua também é arriscado e nem por isso a gente deixa de fazê-lo, no entanto, os riscos com a prática são reais e não apenas “terrorismo” da minha parte.

Se fizer, nunca faça sozinho. Pela pequena lista citada na wikipedia dá pra perceber que os casos de morte por autoasfixia são muito maiores do que por estrangulamento.

Confiar no outro durante a prática é primordial, crie um código (algo com dois tapas na cama ou no braço talvez), mas lembre-se que durante  o ato pode haver certa desorientação, portanto, estar com alguém que seja extremamente consciente é essencial.

Evitar estar alcoolizado, asfixiador e asfixiado. O álcool muda os parâmetros de julgamento e pode colocar em risco o prazer e a vida.

Estar preferencialmente sentado ou recostado é mais seguro. Dessa maneira o asfixiado pode pousar a mão no braço do asfixiador, pode ser um bom sinalizador se o braço pender com um possível desmaio.

Se estiver asfixiando por trás, com o braço, tipo “sossega leão” (chave de braço em volta do pescoço), uma boa dica é estar diante do espelho. Assim é possível observar melhor as expressões e reações do outro.

No caso de desmaio soltar imediatamente para liberar a circulação sanguínea

Um tapa na face, de susto, ajuda também na reativação da circulação sanguínea.

Se a liberação do estrangulamento e nem o tapa der jeito, aí… Reze… Mas reze ligando para a emergência e tentando uma respiração boca a boca e massagem toráxica. 

domingo, 18 de março de 2012

Práticas - Humilhação


      
Humilhação erótica é o uso consensual de humilhação psicológica em um contexto sexual, onde uma pessoa se excita ou tira excitação erótica da mistura de fortes emoções em ser humilhado e diminuído ou em humilhar os outros. A humilhação não necessita ser sexual em si, como muitas das outras atividade sexuais, seus sentimentos são derivados de quais são tiradas, independentemente da natureza da atividade real.
     A humilhação pode ser verbal ou física e pode ser pública ou privada. Normalmente pode ser ritualizada e ao contrário de algumas variações sexuais, ela pode ser facilmente feita à distância ou “on line”. A distinção entre humilhação e dominação, em uma atividade como o spanking é que o resultado primordial é a humilhação, sendo a atividade apenas um meio para justificar os fins.
   Apesar da humilhação fraca ou moderada não ser uma parte incomum do BDSM e de outras cenas de cunho sexual, ela pode ser levada à um ponto onde passa a ser considerada uma prática extrema por muitas pessoas, devida a sua natureza extrema e a controvérsia acerca do seu impacto psicológico. Esse é uma questão subjetiva e depende fortemente do contexto.

PSICOLOGIA DA HUMILHAÇÃO
  Geralmente a humilhação toca fortemente os “botões emocionais”, e ainda mais quando torna-se sexualizada. Devido isso, o consentimento e , paradoxalmente, um grande grau de acompanhamento e comunicação se fazem necessários, para assegurar que o resultado seja o desejado ao invés de abusivo. Por exemplo, um submisso pode gostar de ser insultado de algumas maneiras mas ser genuinamente ofendido e devastado se humilhado de outra forma.
   O fetichismo também tem conexão com um fetichismo sexual, no qual as atividades não sexualizadas, tornam-se sexualizadas pela associação com a excitação e também podem ser associadas com o exibicionismo no sentido de querer que os outros testemunhem (e fique excitada por isso) com a degradação sexual dele.
Para algumas pessoas, atividades como chamar de um nome é outro caminho para a redução do ego ou superar inibições sexuais. Por exemplo, entre as pessoas gays, associados com a homofobia podem ser usados, como “viado”.
    Como todas as atividades sexuais, algumas pessoas têm fantasias sexuais sobre humilhação e como outros realmente a adotam como um estilo de vida em uma sessão. As fantasias relacionadas à humilhação leve não são incomuns. Algumas atividades de humilhação (plays como animais ou de idade , em particular) é combinada com lealdade e dedicação de cuidados para estender esses fetiches que podem ser apenas exercícios de carinho ao contrário de, preliminarmente, o fetiche de humilhação.
    Considere que o desejo de estar inferior ao outro parceiro durante o intercurso, a idéia de “ser pego” como quando tiver sexo no jardim ou na mata, ou fantasias de estrupo suaves (onde as pessoas imaginam serem forçadas de uma forma que gostariam e que deve parecer completamente diferente de qualquer forma de estupro),  são jogos emocionais suaves que enfatizam as posições, vulnerabilidade e controle. Todavia, para a maioria das pessoas, tais idéias mantêm-se uma fantasia das quais têm uma reserva muito forte de torná-las públicas ou arrumar um parceiro para torná-las reais, apesar do quão erótica a idéia possa ser.
     Se uma pessoa revela para seu parceiro sobre seu fetiche, isso usualmente é resultado de uma grande confiança que compartilham, devido ao grande esforço psicológico que as pessoas devem dedicar para dizer ao outro. Muitas pessoas temem ser ridicularizadas pelo seu fetiche e tal ridículo para seu parceiro poderia ser psicologicamente catastrófico.  Portanto, muitas pessoas utilizam humilhação on line (onde quem humilha e outros envolvidos usam a internet, chat, e-mail, websites, etc.) como um compromisso  entre o exibicionismo e a realidade de um lado e segurança e anonimato entre outros.
MÉTODOS DE HUMILHAÇÃO 
Humilhação verbal 
    Diminuição verbal , insultos , referências degradantes ...
  Desmerecendo partes do corpo ou comportamentos tais como referências cruéis ou diminutiva .
 Ter de pedir permissão para atividades do dia-a-dia , repetição forçada, como ser obrigado a repetir os comandos dados para confirmá-los.
 Gentileza forçada, como concordar que toda decisão do Dominante é sábia, correta e justificada, enquanto elogia as características físicas e de personalidade dele. Ironizar e ridicularizar.
  Os aspectos físicos podem incluir:
Ejacular, defecar, cuspir, bater ou ourinar sobre o corpo do submisso ou, especialmente, no rosto.
   Fazer tarefas menores ou ter uma carga de trabalho abusiva .
 Orientações precisas de como fazer o trabalho de casa e exatamente como agir e comportar-se.
Mostras de subserviência como acender cigarros, andar um passo atrás do dominante, apenas falar quando permitido, ajoelhar-se ou prostrar-se na frente do Dominante enquanto espera ordens, comendo apenas após os outros ou no chão, um lugar mais baixo para dormir e uma variedade grande de atividades de adoração corporal como beijando ou chupando os pés dos Dominantes, botas, traseiro, ânus, vulva etc. para expressar agradecimento, subserviência, vergonha, ou mesmo emoções positivas como alegria ou excitação.
  Suprimir a liberdade de movimentos. Isso pode incluir não poder deixar a sala enquanto o Dominante estiver presente sem sua permissão, e que pode ser proibido de deixar a casa ou masmorra, em geral para demonstrar a escravidão ou servidão.
   Punições detalhadas para uma variedade de “infrações” ou má conduta como ter que permanecer em um canto olhando para a parede por algumas horas, açoitamento ou chicoteamento, comida racionada ou exercício forçado.
   Personificação de papéis de status inferior como animais (cavalos ou cães por exemplo) ou bebês.
   Spanking, chicoteamento, retenção ou qualquer atividades BDSM como tortura de pênis e escroto (cock and ball torture – CBT).
   Proibições ou restrições de vestimenta, mesmo em público. Para mulheres, um exemplo comum é de serem comandadas a vestir apenas um biquine revelador ou lingerie. Para homens, isso poderá incluir feminização ou cross dressing. Para ambos sexos pode se esperar a ir completamente nus, com objetos decorativos como colares, tiaras, bandanas , sendo a algema a única exceção.
  Uso de cintos de castidade ou outras formas de negação erótico-sexual.
  Uso de símbolos externos de “propriedade” tais como a coleira.
  Ter amigos, familiares ou estranhos cientes ou presenciando o tratamento do submisso (exemplo: humilhação pública).
  Tratamento erótico de objeto, onde o submisso é colocado no papel de um objeto .
Embaraços.
  Ter de pedir permissão para orgasmo durante sexo ou masturbação.
  Forçar a portar uma gag e/outros restritores no corpo.
   Algumas formas de humilhação sexual envolvem causar dor mas a maioria diz respeito ao ridículo, ao escárnio, à degradação e ao embraço.
HUMILHAÇÃO “ONLINE”
  A humilhação “on line” é o desejo de ser visto em um contexto de embraço sexual na internet. Essa prática permite ao submisso procurar parceiros de fetiche em todo o mundo.
MÉTODOS COMUNS DE HUMILHAÇÃO ON LINE PODEM INCLUIR:
Pelourinhos públicos.
Tarefas em fotografia ou vídeo que conduza a embaraços aos submissos.
Ordem para que os submissos mantenham diários on line detalhando informações pessoais tais como frequência de masturbação e detalhes sobre elas.
Abuso verbal.
Essas práticas podem ser conduzidas via chat, webcam, e-mail ou sites de contato BDSM.


(Fonte: http://en.wikipedia.org/wiki/Erotic_humiliation)


 veja também :

 práticas- sexo anal

quinta-feira, 8 de março de 2012

Dia da Mulher



Toda mulher é doida. Impossível não ser. A gente nasce com um dispositivo interno que nos informa desde cedo que, sem amor, a vida não vale a pena ser vivida, e dá-lhe usar o nosso poder de sedução para encontrar the big one, aquele que será inteligente, másculo, se importará com nossos sentimentos e não nos deixará na mão jamais. Uma tarefa que dá pra ocupar uma vida, não é mesmo? Mas além disso, temos que ser independentes, bonitas, ter filhos e fingir de vez em quando que somos santas, ajuizadas, responsáveis, e que nunca, mas nunca, pensaremos em jogar tudo pro alto e embarcar num navio pirata comandado pelo Johnny Depp, ou então virar loura e cafetina, ou sei lá, diga aí uma fantasia secreta, sua imaginação deve ser melhor que a minha.
Eu só conheço mulher louca. Pense em qualquer uma que você conhece e me diga se ela não tem ao menos três dessas qualificações: exagerada, dramática, verborrágica, maníaca, fantasiosa, apaixonada, delirante. Pois então. Também é louca. E fascina a todos.
Nossa insanidade tem nome: chama-se Vontade de Viver até a Última Gota.
Só as cansadas é que se recusam a levantar da cadeira para ver quem está chamando lá fora. E santa, fica combinado, não existe. Uma mulher que só reze, que tenha desistido dos prazeres da inquietude, que não deseje mais nada? Você vai concordar comigo: só se for louca de pedra.
(Martha Medeiros)

A todas nós , que somos antes de tudo ,mulheres ...
Somos também verdadeiras guerreiras no dia a dia .
Somos mães , filhas , irmãs .
Somos esposas , namoradas e amigas .
E como se fosse pouco , algumas ainda tem a coragem de andar na corda bamba da submissão ,se equilibrando entre a força e a  fragilidade que apenas nos mulheres temos .
Somos o forte sexo frágil .

Tenham um feliz dia das mulheres , meninas  !

{luah negra}JH_ADESTRANDO .

domingo, 4 de março de 2012


Construí amigos,enfrentei derrotas,venci obstáculos, bati na porta da vida e disse-lhe: Não tenho medo de vivê-la"
(Augusto Cury)

Pra rua me levar (Ana Carolina)


Tudo a ver com meu momento ...
Deixando o DONO , a rua , o vento ...
Enfim , deixando a vida me levar .

Vida